Doando Vidas

Para celebrar o Dia Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos, as triatletas Patrícia Fonseca, transplantada de coração, Priscilla Pignolatti, transplantada renal, e Débora Reichert, transplantada renal, farão um triathlon de longa distância de revezamento – 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida – para ajudar a divulgar o tema e inspirar mais pessoas a serem doadoras.

Patrícia, Priscila e Debóra farão o revezamento em cidades diferentes (cada uma cumprirá uma das modalidades) e você também pode fazer parte dessa corrente. Complete três horas de exercício em uma semana – de 21 a 28 de setembro – e ajude na campanha para a doação de órgãos no Brasil.

No Brasil, mais de 40 mil pessoas estão na fila por um transplante e o tema ainda é cercado de dúvidas e tabus. E nada melhor do que o esporte para ajudar a fazer uma mensagem ecoar e desmistificar um assunto tão importante, especialmente durante o Setembro Verde, mês de conscientização sobre a doação de órgãos.

A doação ocorre somente com a autorização de um membro da família. Por isso, conversar sobre o tema e manifestar o desejo de ser doador é fundamental.  

 Acesse o clube Doando Vidas para saber mais sobre o desafio de Patrícia, Priscilla e Débora, e a importância da doação de órgãos:

Priscila Pignolatti, transplantada renal

“Quando nado longas distância sempre lembro que antes do transplante não conseguia fazer 18 metros na academia sem precisar parar”, Priscila Pignolatti, transplantada renal

“Eu sofria quando tinha um lance de escada no caminho. Seis meses depois de receber um rim novo, fiz minha primeira prova de corrida”, Priscila Pignolatti, transplantada renal

 

Débora Reichert, transplantada renal

“Eu ficava cansada só de amarrar o cabelo. Depois do transplante veio aquela energia toda, que eu não sabia nem que existia. Aí comecei com a caminhada e três anos depois entrei no triathlon”, Débora Reichert, transplantada renal

“Foi um sonho quando completei os primeiros 5 km de corrida. Achava o máximo, mas não conseguia correr nem 500 metros. Agora estou me preparando para fazer minha primeira meia-maratona”, Débora Reichert, transplantada renal

Patrícia Fonseca, transplantada do coração

“Na UTI eu colocava papéis na parede e um deles tinha escrito coração de atleta porque eu queria fazer o que nunca pude antes” Patrícia Fonseca, transplantada do coração

“Eu era a criança que ficava na arquibancada na educação física e depois que recebi um coração novo virei triatleta.  A saúde que eu tenho e a energia que eu sinto hoje eu nunca senti antes”, Patrícia Fonseca, transplantada do coração.

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