Silvana Baccin – Atleta tenista transplantada

Sou Silvana Baccin, fui atleta de alta performance no voleibol até os 25 anos.

Em 2014, recebi um presente que mudou tudo: um rim e, com ele, a chance de recomeçar.

O que parecia o fim, transformei em propósito. Eu, que sempre vivi o esporte intensamente, descobri no tênis uma nova paixão e a prova viva de que o transplante não é um limite, mas um milagre que abre caminhos e possibilidades.

Cada treino, cada lesão superada, cada torneio e cada troféu ou medalha, carregam uma mensagem muito maior que a vitória: são celebrações da vida, da ciência e da generosidade de quem doa.

Hoje, sou atleta tenista transplantada, ativista da causa da doação de órgãos e representante do Brasil em competições internacionais.

Sou a primeira tenista brasileira a representar o Brasil num World Transplant Games em 2023, na Australia. E, neste ano, tornei-me a primeira brasileira tenista a conquistar uma medalha na Alemanha.

Minha história é de superação, mas também é de gratidão. Gratidão ao meu doador, à minha família, ao esporte e a todos que acreditam que o recomeço é possível.

Porque vencer, depois de um transplante, é muito mais que conquistar um troféu é provar que a esperança sempre encontra um jeito de florescer e de inspirar.

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